domingo, 16 de agosto de 2009

Marchi começou como jóquei, venceu em várias competições, mas com o ganho de peso teve que mudar de profissão. O primeiro rodeio em que participou foi em 1964, ficou em 3º. lugar.



Declarações de Osmar Marchi:
“A lida com os animais sempre foi minha paixão”

“O peão tinha que ser corajoso, o chão era de terra batida, às vezes tinha grama, só isso”

“Lá no Recinto Paulo de Lima Corrêa um mês antes do rodeio, era jogado água para amaciar a terra"
"A areia usada hoje em dia segura o animal.”





Vereador "Kapetinha", Dr. Caiel - Diretor de Cultura, Sueli - Diretora do Museu, o homenageado Osmar Marchi e sua esposa Dona Fátima Marchi.
































































Homenagem


















terça-feira, 11 de agosto de 2009

Exposição: "Paixão sem limites"

O Museu Histórico, Artístico e Folclórico “Ruy Menezes” em comemoração aos 155 anos da fundação da cidade de Barretos, homenageia o ilustre cidadão Osmar Marchi e convida a comunidade a participar dessa homenagem.
Osmar Marchi na década de 60 levantou multidões nos rodeios pelo Brasil, sempre difundindo o nome de Barretos.
Transformou-se em lenda, e ainda é lembrado e reverenciado pelos apaixonados por rodeio.
A exposição “PAIXÃO SEM LIMITES” será aberta no dia 15/Ago(Sábado), às 10:00, no Museu.
Participe; sua presença relevará nossa homenagem.

domingo, 2 de agosto de 2009

BASTIDORES


Nesta última sexta-feira (31/Jul) uma equipe da TV CULTURA agitou a Praça Francisco Barreto na gravação do vídeo que visa divulgar os parceiros que participam do "Projeto Cultura é Currículo - Outros lugares de aprender: A escola sai da escola" - idealizado pela Fundação Para o Desenvolvimento da Educação - FDE.



















sábado, 1 de agosto de 2009

Imagens da gravação do vídeo




Sueli Fernandes, Aury Porto (ator que fez o personagem do palhaço) e Marina Torres.










Sueli Fernandes, Fabiano Assis(ator da TV CULTURA que fez o personagem do violeiro)e a simpática e competente produtora da TV CULTURA, Marina Torres.







Contamos com a participação da Cia. de Reis dos Irmãos Borges da Fazenda Armour.
Agradecimentos ao Sr. Nelson Borges, pela simpática participação e pela gentileza em ceder uma roupa de palhaço para que um dos atores da TV CULTURA usasse para a gravação do video.


Outra importante participação foi a do ex-combatente da revolução constitucionalista de 32, Sr. Arlindo, que enriqueceu o trabalho com suas memórias.


Leonardo Longo (diretor do vídeo) e o Sr. Arlindo.





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Making Of - MUSEU NA TV CULTURA


Gravação em frente à Matriz.
Os atores falam da importância das pessoas visitarem o Museu para conhecerem sua história.









Gravação em frente ao Museu, chegada dos atores.




Diálogo entre os atores falando das belezas da cidade de Barretos e das curiosidades do Museu.
A expressão: Ei chão preto, terra boa é Barretos! fará parte do texto dos atores.

EQUIPE "Cultura é Currículo"

Agnaldo Dezotti - Diretor de Fotografia

Marina Torres - Produtora

Diego Endo - Figurinista

Diogo Souza - Maquiador

Marcelo Sammiguel - Eletricista/Iluminador

Haroldo Gonçalves - Assistente de Direção

Leonardo Longo - Diretor

Paulo Jandira - Maquinista

Vagner de Souza - Operador de Áudio

Valéria Sales - Camareira

Thomas Henrique de Lima - Assistente de Câmera

Fabiano Assis (ator) Violeiro

Aury Porto (ator)Palhaço

Bruno Curcci - Produção

terça-feira, 28 de julho de 2009

MUSEU NA TV CULTURA

Sexta-feira (31/Jul), receberemos uma equipe da TV CULTURA para gravação de vídeo institucional sobre o Museu Histórico, Artístico e Folclórico "Ruy Menezes".
Esta ação faz parte do projeto Cultura é Currículo - Outros Lugares de Aprender: A escola sai da escola, desenvolvido em parceria com a Sec. de Estado da Educação, através da Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE, idealizadora do Projeto.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Parceria com a Secretaria de Estado da Educação

O Museu firmou convênio com a Secretaria de Estado da Educação para participar do Programa Cultura é Currículo, Outros Lugares de Aprender – A escola sai da escola, idealizado pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação – FDE.
O Projeto visa inserir os alunos em ambientes culturais.
Iniciado em 2008, na capital, a partir de maio de 2009 foi ampliado para as cidades do interior, 45 instituições foram incluídas no programa.
Estimamos receber a visita de mais de 5.000 alunos da rede estadual de ensino, em 2009.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Passa-tempo, Itambé, hoje IBITU.


O povoado do Ibitu é composto de inúmeras histórias, algumas trágicas e outras cômicas, mas todas permeadas de lendas e personagens que marcaram a história de Barretos.
Em Ibitu tem-se de tudo, praga de padre, ciclones, crimes, tragédias, entre elas a que origina a maior santa da nossa cidade, a "santinha do Ibitu".
Vários historiadores de Barretos registraram os acontecimentos do Ibitu, Osório Faleiros da Rocha em seu livro Barretos de Outrora, publicado em 1954, cita o ciclone de 1926 da seguinte maneira “Em 1926, um ciclone destrói grande parte da povoação de Itambé, antes Passatempo, hoje Ibitú e que decerto amanhã terá outro nome e depois outro...”. (Pág.10).
Há alguns meses realizamos uma exposição fotográfica no Ibitu, e sobre o Ibitu.
Foi grande a alegria.Embarcamos nessa história com grande satisfação, reviver as memórias do Ibitu é sempre uma experiência rica e gratificante, procedemos a uma prévia pesquisa em nossos arquivos e percebemos que faltava o principal, faltava à alma daquele povo, a alma das pessoas que faziam daquele local, um local único e especial, foi então que resolvemos visitá-los.
Fomos recebidos com carinho e presteza. Sua gente é alegre, acolhedora, hospitaleira e cortês. Os senhores Noel e Mizael foram gentis conosco contando causos e histórias que ouviram dos antigos, foi um deleite desfrutar da companhia de pessoas tão amáveis.
O Sr. Mizael nos levou a lugares inusitados e cheios de encantamento, sedução e magia. Foi com grande alegria que embarcamos nessa viagem a torre da igreja, onde pudemos visualizar e ouvir os sinos que anunciam missas e mortes. No Ibitu tem-se um sino para o convite à missa e outro para o comunicado de falecimento. Os sons são distintos e pudemos identificá-los com a ajuda do nosso anfitrião, guia e artista plástico que se mostrou um poeta de aguçada sensibilidade nos revelando as diferenças sonoras entre os sinos, a melancolia e a dor audível no sino que comunica falecimento e a alegre vibração do sino que convida para as missas.
A explicação da nomenclatura Passa-tempo, segundo Mizael, atribuída aos costumes dos peões que passavam naquela região conduzindo gado para uma parada de descanso e lazer, revela situações que os livros históricos não registram e são passadas de geração a geração através da antiga arte de prosear.
Visitar o Ibitu é uma experiência preciosíssima que recomendo a todos que cultuam a simplicidade e a sabedoria, visitar o Ibitu acompanhada por pessoas valorosas é banhar-se de cultura e nostalgia.
Sueli Fernandes.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

ENCONTRO PAULISTA DE MUSEUS


O Encontro Paulista de Museus, realizado no Memorial da América Latina (Parlatino) nos dias 17, 18 e 19 de junho, foi um avanço para os profissionais que atuam na área, nele foram debatidos vários temas importantes e pertinentes a nossa realidade.
Os municípios foram agrupados em pólos, Barretos pertence ao Pólo 4 – Franca, abrangendo 44 municípios.
Nosso pólo solicitou a abertura do curso de graduação em museologia para a nossa região, considerando que temos a UNESP em Franca em condições de acolher esta demanda. A equipe do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM) assegurou-nos que trabalhará neste sentido junto aos órgãos de educação para viabilizar esta conquista, em médio e longo prazo.
Integraram ainda, a nossa pauta de solicitações, o estabelecimento de políticas públicas de segurança para os museus, o oferecimento de cursos, oficinas e seminários para capacitação de nossas equipes, a elaboração de catálogos com fotos e informações sobre os nossos museus e a integração do interior em circuitos de exposições itinerantes, estas solicitações deverão ser atendidas em curto prazo, entre outras.
A próxima reunião do pólo com a equipe do SISEM será em Barretos, em data a ser definida.
Durante o encontro participamos de uma série de dinâmicas, o pólo 4 teve como mediadora a museologa, Dra. Eugênia Saturni.


Foto: abraçadas Sueli Fernandes e a museóloga Dra. Eugenia Saturni.

Projeto: Cultura é currículo

"Outros lugares de aprender: A escola sai da escola"



Nossa encantadora monitora Karla Armani falando da importância do patrimônio arquitetônico do Museu.













Neste momento ela faz a mediação entre o discurso expositivo e os alunos.
O Museu é um equipamento cultural mantido pela Prefeitura de Barretos e está ligado à Secretaria de Assistência Social e Desenvolvimento Humano.

Informações

Visitas:
De 3ª. a 6ª. Feira – das 9:00 às 18:00horas
Sábados e domingos – das 9:00 às 13:00 horas

Pesquisas:
2ª. Feira – das 13:00 às 16:00 horas
6ª. Feira – das 9:00 às 12:00 horas e
das 13:00 às 17:00 horas.

Visitas monitoradas:
Informações e agendamento
Telefone: (17)3324-4255.

e-mail: museu.cultura@barretos.sp.gov.br


Informações Gerais
Museu Histórico Artístico e Folclórico “Ruy Menezes”
Entrada gratuita
Av. 17 nº. 311 – Pça. Francisco Barreto
CEP 14.780-290
Telefone: (17)3324-4255

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O PRÉDIO


Museu a céu aberto; construído no início do século XX para sediar o Paço Municipal; sua arquitetura recebeu influência neoclássica e é de extrema relevância para a arquitetura da cidade, representa um período de grandes transformações culturais e econômicas.
Na fachada principal tem-se uma escadaria, 04 colunas que remetem aos elementos gregos e 02 estátuas em formato de águia encimando o prédio (que o tornou conhecido, no passado, como “Palácio das Águias” ); nas laterais erguem-se duas torres que lembram aspectos medievais; todos os ambientes contam com grandes janelas em madeira que propiciam excelente iluminação natural. (A energia elétrica chegou a Barretos em 1911).
O prédio foi construído na administração do então prefeito, Dr. Antônio Olympio Rodrigues Vieira, tendo sido o edital de licitação da obra publicado no dia 29 de abril de 1906, no jornal “O SERTANEJO”.
A pedra fundamental foi lançada no dia 02 de setembro de 1906, e sua inauguração aconteceu em 15 de novembro de 1907. Nele já funcionaram diversos órgãos públicos e desde 1979 funciona como Museu.
Tombado por Lei Municipal nº. 2.240 de 10 de novembro de 1988.
Atacado por cupins no início da década de 90, foi restaurado em 1995, e devolvido ao público em 1996.
Sua arquitetura mantém-se quase inalterada.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Imagens da exposição: "Teatro Barretense"





A história do teatro em Barretos remonta ao início do século XX e foi esta trajetória que a exposição "Teatro Barretense" retratou no mês de agosto de 2008.
A exposição contou com a participação especialíssima do Stúdio Ana Cláudia Ávila, que garantiu a descontração dos convidados e ainda difundiu algumas obras do barretense Jorge Andrade, dramaturgo de destaque nacional.
A exposição foi enriquecida com os painéis fotográficos da peça "A Caminhada", da escritora Adalgisa Borsato.
A exposição objetivou mostrar a importância do teatro no desenvolvimento cultural da cidade.

O começo...


O primeiro Museu da cidade de Barretos foi denominado “Ana Rosa” em homenagem aos fundadores da cidade, e foi montado no antigo “Colégio Estadual Mário Vieira Marcondes”, em 1964, por iniciativa de seu diretor, o Prof. Raul Alves Ferreira e um grupo de professores da instituição. Desativado em 1974, teve todo o seu acervo doado ao município para a constituição de um Museu Municipal.

O acervo


Partindo da cruz que encimava a sepultura do fundador da cidade, Francisco Barreto, há ainda cadeira de dentista (1895), armamentos utilizados por barretenses na Revolução Constitucionalista de 32 e na 2ª. Guerra Mundial, tralhas dos peões de boiadeiro, utensílios da cozinha caipira, indumentárias das Folias de Reis, instrumentos de tecelagem manual, peças do início do século XX que mostram a revolução tecnológica: da máquina de escrever (1910) ao computador, do lambe-lambe às pequenas máquinas fotográficas, aparelhos telefônicos, gramofone, TVs, rádios e curiosidades como: o primeiro altar da igreja do Rosário, a cítara, (instrumento musical indiano), terrina utilizada em banquete servido ao Dom Pedro II, entre outros.
A catalogação do acervo é feita através do programa Acervsys, software específico para catalogação de acervos e coleções de obras de arte.