sábado, 25 de setembro de 2010

Museu promove debate sobre cultura caipira

O Prof. Luiz Mozzambani Neto, autor do livro "Queima do Alho: alimento do corpo e da alma do peão de boiadeiro" proferiu palestra, ou, "deu um dedo de prosa" como ele prefere, nesta sexta-feira, 24/Set, no CEMART, sobre "Queima do Alho e a Cultura Caipira".
A palestra foi prestigiada por professores, militantes culturais e alunos do curso de História da Faculdade BARRETOS e do curso de Artes da Universidade Livre de Brasilia.
Na ocasião foram debatidas as distinções entre o caipira e o cowboy, destacando-se a importância do caipira no contexto social, cultural e econômico.
Alunos de História se interessaram pelo assunto, manifestando inclusive intenções de realizarem pesquisas na área.
Amanhã, às 15h30, acontecerá tarde de autógrafos na livraria Nobel.

Palestra "Queima do Alho e Cultura Caipira"




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terça-feira, 14 de setembro de 2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

PALESTRA SOBRE CULTURA CAIPIRA

A convite do Museu Histórico, Artístico e Folclórico “Ruy Menezes”, o Prof. Luiz Mozzambani Neto, autor do livro “Queima do Alho: alimento do corpo e da alma do peão de boiadeiro”, proferirá palestra sobre cultura caipira no dia 24/Set(6ª.Feira), às 20 horas, no auditório do Centro Municipal de Artes – CEMART.
A entrada será gratuita e é voltada a todos aqueles que se propõem à preservação da Queima do Alho como patrimônio cultural imaterial.
Na tarde do dia 25/Set(Sáb), a partir das 15h30, haverá uma tarde de autógrafos na livraria NOBEL.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

TEU NOME É BARRETOS

          Composição: Bezerrinha


Barretos teu nome eu ouvi
Na cantiga das rodas de um carro de boi
Eu guardei bem aqui no meu peito e depois
Esse nome eu jamais esqueci
Quem é que não sente no ar
O alvoroço da mata se o sol vai nascer?
Alguém deve contar pra cascata saber
Que ela fica mais linda ao luar
Barretos é um grito de adeus
Uma prece pra Deus ao pé do estradão
É a resposta que vem num estante
Na voz que o berrante traz no coração
Cigarras cantando no estio, luar sobre o rio
O ipê todo em flor
Saudade pedindo outra vez
Que eu volte de vez pra ver meu amor

MINHA TERRA

"Todos cantam sua terra..." Gonçalves Dias.

No mês de aniversário da cidade, resgatamos algumas poesias
de amor a Barretos.


Minha Terra - por Nidoval Reis

"Primeiro, houve a floresta e, nas clareiras
A taba do valente guarani.
Ao longe, o marulhar das cachoeiras,
E o canto singular da jurití.

Depois, veio o caboclo. E das palmeiras
Esbeltas que se erguiam aqui e alí,
Tirou vigas, esteios, cumeeiras
Plantando esta cidade onde nasci.

E, agora, quem a vê na sinfonia
Do labor incessante, dia a dia,
Crescendo mais e mais, sempre altaneira.

Bendiz minha Barretos bandeirante,
Que sabe, em seu orgulho edificante,
Honrar a grande Pátria Brasileira!"

Nidoval Reis
(poema extraído do Álbum Centenário de Barretos)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Programa "Nossa Tarde"

O programa “Nossa Tarde” do dia 25/Ago/2010, homenageará o compositor Francisco de Assis Bezerra de Menezes, o popular Bezerrinha.
A convite da apresentadora Jaqueline Britto, participamos do programa ao lado do artista plástico Renato Amisy e da cantora Alciony Menegás que interpretou belíssimas composições do homenageado.
Renato falou da satisfação em criar uma obra a partir da música “Festa do Peão”, e eu falei da importância de resgatar a história das pessoas que contribuíram com a cidade.

Sueli de Cássia Tosta Fernandes

Somos todos irmãos

FRATRES SUMUS OMNES

No dia 25 de agosto de 2010, comemoraremos o 156º. Aniversário de Barretos. Comemoração provocada pela doação de terras por parte das famílias Barreto e Marques ao Divino Espírito Santo, para a construção de uma capela.
O aniversário da cidade tem como base a data do documento de doação das terras, pois já existiam moradores na região desde 1830.
Mas foi a partir da capela, que na época foi erguida no local onde hoje é o Sindicato Rural Vale do Rio Grande, que o povoado começou a se desenvolver.
A família Barreto tinha como sede da fazenda a região onde hoje é o Marco Zero (Marco Histórico da cidade, na Rua 8 esq. Av. 13).
Ambas as famílias eram muito religiosas, o que justifica a doação dos 82 alqueires de terras ao Divino Espírito Santo. A família Barreto doou 62 alqueires e a família Marques 20 alqueires.
A cidade nasceu da confluência das terras dos Barreto (Fazenda Fortaleza) e dos Marques (Fazenda Monte Alegre), porém, como a família Barreto doou número maior de terras, a cidade foi nomeada Barretos em sua homenagem.
Até 1906 o nome da cidade era Espírito Santo dos Barreto, foi através da Lei 1.021 de 16 de novembro de 1906 que a cidade passou a se chamar apenas: BARRETOS.
Outra homenagem dedicada à família é o nome da principal Praça da cidade, Pça. Francisco Barreto.
Infelizmente os Marques raramente são lembrados, apesar da importante contribuição, o Simão Antônio Marques (Librina) dá nome apenas ao Paço Municipal.
Meus irmãos! Sinceramente espero que um dia a família Marques seja reconhecida!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

E.M. "João Ferreira Lopes" em visita ao Museu


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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

E. M. Lacy Bonilha receberá a exposição "Tributo a Bezerrinha"

A itinerância da exposição "Tributo a Bezerrinha" terá início no dia 06 de setembro, a primeira escola a receber a exposição será a E.M. Lacy Bonilha do distrito do Ibitu.

Alunos da Profª. Karla Armani em visita a exposição "Tributo a Bezerrinha"

Alunos da Profª. Karla Armani da disciplina História
do Colégio Barretos em visita a exposição
"Tributo a Bezerrinha"


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Colégio Barretos visita a exposição "Tributo a Bezerrinha"

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Momentos do lançamento da exposição itinerante "Tributo a Bezerrinha"


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terça-feira, 17 de agosto de 2010




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Exposição "Tributo a Bezerrinha"




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