A viagem no tempo começa pela arquitetura, sob a condução dos monitores Karla e Léo que servem de passaporte para que a garotada compreenda as transformações.
Centro de Pesquisas em Barretos: Museu Histórico, Artístico e Folclórico "Ruy Menezes" contato: (17) 3324-4255
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Outros lugares de aprender: A escola sai da escola
Na manhã de hoje, recebemos 31 alunos
da E.E. Profª. Alzira Tonelli Zaccarelli, da cidade de Olímpia.
A viagem no tempo começa pela arquitetura, sob a condução dos monitores Karla e Léo que servem de passaporte para que a garotada compreenda as transformações.
A viagem no tempo começa pela arquitetura, sob a condução dos monitores Karla e Léo que servem de passaporte para que a garotada compreenda as transformações.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
ENCONTRO REGIONAL DE MUSEUS
Barretos sediará no dia 14/Set/2009, o primeiro Encontro Regional de Museus do Pólo 4, o evento será realizado no Rancho CMT - Parque do Peão, das 9:00 às 17:00 horas.
O evento é coordenado pelo Museu Histórico, Artístico e Folclórico “Ruy Menezes”, através de sua diretora Sueli Fernandes e do coordenador do Pólo 4, Sérgio Menezes, Diretor da Divisão de Cultura do município de Franca.
O evento contará com a presença da Sra. Cecília Machado – Coordenadora do Sistema Estadual de Museus – SISEM, do estado de São Paulo.
O evento é coordenado pelo Museu Histórico, Artístico e Folclórico “Ruy Menezes”, através de sua diretora Sueli Fernandes e do coordenador do Pólo 4, Sérgio Menezes, Diretor da Divisão de Cultura do município de Franca.
O evento contará com a presença da Sra. Cecília Machado – Coordenadora do Sistema Estadual de Museus – SISEM, do estado de São Paulo.
domingo, 23 de agosto de 2009
Devemos comemorar e refletir...
Parabéns Barretos pelos 155 anos!
É comum em datas comemorativas procedermos a uma reflexão sobre os acontecimentos afeitos a nós. No aniversário da nossa querida cidade não poderia ser diferente, a nossa viagem no tempo começa com a fundação da cidade que se deu no dia 25 de agosto de 1854.
Porém, vale ressaltar que a origem da cidade remonta ao ano de 1830, quando chegaram, nesta região, a família de Francisco José Barreto, e depois de algum tempo Simão Antônio Marques e sua família.
Deste modo a data que comemoramos não se refere ao período em que foi registrado habitantes na região e sim à data de um documento, uma escritura de doação de 82 alqueires de terras ao Divino Espírito Santo. Os Barreto e os Marques delimitaram uma área comum às duas fazendas, 62 alqueires foram doados pela família Barreto da fazenda Fortaleza (o marco Histórico na Rua 4, era a sede da fazenda) e a família Marques doou 20 alqueires da fazenda Monte Alegre. Assim o povoado começou; primeiro ergueu-se a capela no local onde hoje é a Catedral, depois vieram às casas ao seu redor.
Entretanto, muito se fala de Chico Barreto, em agradecimento a grandeza de seu gesto, enquanto a figura de Simão Antônio Marques é quase esquecida. Compreende-se que a cidade tenha sido nomeada BARRETOS em homenagem a família de Chico Barreto que doou a maior parte das terras, mas a família MARQUES também contribuiu e merece destaque em nossas comemorações.
Não podemos nos esquecer da frase impressa em nosso brasão “Frates summus omnes” – “Somos todos irmãos”, portanto, devemos agir como irmãos reconhecendo o valor de todos aqueles que contribuíram e contribuem para o desenvolvimento da nossa cidade.
SE QUISERMOS UMA CIDADE JUSTA, DEVEMOS SER JUSTOS!
Sueli Fernandes
É comum em datas comemorativas procedermos a uma reflexão sobre os acontecimentos afeitos a nós. No aniversário da nossa querida cidade não poderia ser diferente, a nossa viagem no tempo começa com a fundação da cidade que se deu no dia 25 de agosto de 1854.
Porém, vale ressaltar que a origem da cidade remonta ao ano de 1830, quando chegaram, nesta região, a família de Francisco José Barreto, e depois de algum tempo Simão Antônio Marques e sua família.
Deste modo a data que comemoramos não se refere ao período em que foi registrado habitantes na região e sim à data de um documento, uma escritura de doação de 82 alqueires de terras ao Divino Espírito Santo. Os Barreto e os Marques delimitaram uma área comum às duas fazendas, 62 alqueires foram doados pela família Barreto da fazenda Fortaleza (o marco Histórico na Rua 4, era a sede da fazenda) e a família Marques doou 20 alqueires da fazenda Monte Alegre. Assim o povoado começou; primeiro ergueu-se a capela no local onde hoje é a Catedral, depois vieram às casas ao seu redor.
Entretanto, muito se fala de Chico Barreto, em agradecimento a grandeza de seu gesto, enquanto a figura de Simão Antônio Marques é quase esquecida. Compreende-se que a cidade tenha sido nomeada BARRETOS em homenagem a família de Chico Barreto que doou a maior parte das terras, mas a família MARQUES também contribuiu e merece destaque em nossas comemorações.
Não podemos nos esquecer da frase impressa em nosso brasão “Frates summus omnes” – “Somos todos irmãos”, portanto, devemos agir como irmãos reconhecendo o valor de todos aqueles que contribuíram e contribuem para o desenvolvimento da nossa cidade.
SE QUISERMOS UMA CIDADE JUSTA, DEVEMOS SER JUSTOS!
Sueli Fernandes
domingo, 16 de agosto de 2009
Museu homenageia Osmar Marchi
A manhã do dia 15/Ago/2009, foi repleta de alegria e emoção no Museu Histórico, Artístico e Folclórico “Ruy Menezes”, marcando a abertura da exposição “Paixão sem limites”.
O espaço foi palco de várias homenagens ao barretense Osmar Marchi, bicampeão 1966 e 1967, no rodeio estilo cutiano em Barretos.
Vários amigos participaram do evento rendendo suas homenagens, entre eles: a dupla de violeiros Milton Colengui e Paulinho que extraíram lágrimas da família Marchi, ao tocar a música “Mágoa de Boiadeiro”, o berranteiro Alceu com uma belíssima interpretação dos Parabéns ao som de seu berrante, o poeta e compositor Jota Carvalho com uma apaixonada interpretação do universo boiadeiro e Valdinei com uma mensagem de fé, conforto e esperança promovendo a reflexão e interação entre todos os presentes.
Além dos inúmeros amigos que o homenagearam com suas presenças.
O clube “Os Independentes” também participou da homenagem; representado pelo independente e vereador Kapetinha, que fez a entrega de um belo chapéu. O diretor de cultura, Dr. Caiel entregou uma placa de prata e Sueli Fernandes entregou flores a D. Fátima, esposa de Osmar Marchi.
A exposição “Paixão sem limites” resgata a história de um barretense que difundiu o nome de Barretos por todos os cantos do Brasil, e presta uma justa homenagem a um filho da terra na comemoração do 155º. Aniversário de Barretos.
A exposição estará aberta a visitação até o dia 30/Ago/2009.
Este evento demonstra a incrível capacidade do Museu de se relacionar com o passado, o presente e o futuro mostrando que está vivo, e em permanente processo de construção e diálogo com a comunidade.
Sueli Fernandes
O espaço foi palco de várias homenagens ao barretense Osmar Marchi, bicampeão 1966 e 1967, no rodeio estilo cutiano em Barretos.
Vários amigos participaram do evento rendendo suas homenagens, entre eles: a dupla de violeiros Milton Colengui e Paulinho que extraíram lágrimas da família Marchi, ao tocar a música “Mágoa de Boiadeiro”, o berranteiro Alceu com uma belíssima interpretação dos Parabéns ao som de seu berrante, o poeta e compositor Jota Carvalho com uma apaixonada interpretação do universo boiadeiro e Valdinei com uma mensagem de fé, conforto e esperança promovendo a reflexão e interação entre todos os presentes.
Além dos inúmeros amigos que o homenagearam com suas presenças.
O clube “Os Independentes” também participou da homenagem; representado pelo independente e vereador Kapetinha, que fez a entrega de um belo chapéu. O diretor de cultura, Dr. Caiel entregou uma placa de prata e Sueli Fernandes entregou flores a D. Fátima, esposa de Osmar Marchi.
A exposição “Paixão sem limites” resgata a história de um barretense que difundiu o nome de Barretos por todos os cantos do Brasil, e presta uma justa homenagem a um filho da terra na comemoração do 155º. Aniversário de Barretos.
A exposição estará aberta a visitação até o dia 30/Ago/2009.
Este evento demonstra a incrível capacidade do Museu de se relacionar com o passado, o presente e o futuro mostrando que está vivo, e em permanente processo de construção e diálogo com a comunidade.
Sueli Fernandes
Marchi começou como jóquei, venceu em várias competições, mas com o ganho de peso teve que mudar de profissão.
O primeiro rodeio em que participou foi em 1964, ficou em 3º. lugar.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Exposição: "Paixão sem limites"
O Museu Histórico, Artístico e Folclórico “Ruy Menezes” em comemoração aos 155 anos da fundação da cidade de Barretos, homenageia o ilustre cidadão Osmar Marchi e convida a comunidade a participar dessa homenagem.
Osmar Marchi na década de 60 levantou multidões nos rodeios pelo Brasil, sempre difundindo o nome de Barretos.
Transformou-se em lenda, e ainda é lembrado e reverenciado pelos apaixonados por rodeio.
A exposição “PAIXÃO SEM LIMITES” será aberta no dia 15/Ago(Sábado), às 10:00, no Museu.
Participe; sua presença relevará nossa homenagem.
Osmar Marchi na década de 60 levantou multidões nos rodeios pelo Brasil, sempre difundindo o nome de Barretos.
Transformou-se em lenda, e ainda é lembrado e reverenciado pelos apaixonados por rodeio.
A exposição “PAIXÃO SEM LIMITES” será aberta no dia 15/Ago(Sábado), às 10:00, no Museu.
Participe; sua presença relevará nossa homenagem.
domingo, 2 de agosto de 2009
BASTIDORES
Nesta última sexta-feira (31/Jul) uma equipe da TV CULTURA agitou a Praça Francisco Barreto na gravação do vídeo que visa divulgar os parceiros que participam do "Projeto Cultura é Currículo - Outros lugares de aprender: A escola sai da escola" - idealizado pela Fundação Para o Desenvolvimento da Educação - FDE.
sábado, 1 de agosto de 2009
Imagens da gravação do vídeo
Sueli Fernandes, Aury Porto (ator que fez o personagem do palhaço) e Marina Torres.
Sueli Fernandes, Fabiano Assis(ator da TV CULTURA que fez o personagem do violeiro)e a simpática e competente produtora da TV CULTURA, Marina Torres.
Contamos com a participação da Cia. de Reis dos Irmãos Borges da Fazenda Armour.
Agradecimentos ao Sr. Nelson Borges, pela simpática participação e pela gentileza em ceder uma roupa de palhaço para que um dos atores da TV CULTURA usasse p
ara a gravação do video.
Agradecimentos ao Sr. Nelson Borges, pela simpática participação e pela gentileza em ceder uma roupa de palhaço para que um dos atores da TV CULTURA usasse p
Outra importante participação foi a do ex-combatente da revolução constitucionalista de 32, Sr. Arlindo, que enriqueceu o trabalho com suas memórias.
Leonardo Longo (diretor do vídeo) e o Sr. Arlindo.
Making Of - MUSEU NA TV CULTURA
Gravação em frente à Matriz.
Os atores falam da importância das pessoas visitarem o Museu para conhecerem sua história.
Gravação em frente ao Museu, chegada dos atores.
Diálogo entre os atores falando das belezas da cidade de Barretos e das curiosidades do Museu.
A expressão: Ei chão preto, terra boa é Barretos! fará parte do texto dos atores.
EQUIPE "Cultura é Currículo"
Agnaldo Dezotti - Diretor de Fotografia
Marina Torres - Produtora
Diego Endo - Figurinista
Diogo Souza - Maquiador
Marcelo Sammiguel - Eletricista/Iluminador
Haroldo Gonçalves - Assistente de Direção
Leonardo Longo - Diretor
Paulo Jandira - Maquinista
Vagner de Souza - Operador de Áudio
Valéria Sales - Camareira
Thomas Henrique de Lima - Assistente de Câmera
Fabiano Assis (ator) Violeiro
Aury Porto (ator)Palhaço
Bruno Curcci - Produção
terça-feira, 28 de julho de 2009
MUSEU NA TV CULTURA
Sexta-feira (31/Jul), receberemos uma equipe da TV CULTURA para gravação de vídeo institucional sobre o Museu Histórico, Artístico e Folclórico "Ruy Menezes".
Esta ação faz parte do projeto Cultura é Currículo - Outros Lugares de Aprender: A escola sai da escola, desenvolvido em parceria com a Sec. de Estado da Educação, através da Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE, idealizadora do Projeto.
Esta ação faz parte do projeto Cultura é Currículo - Outros Lugares de Aprender: A escola sai da escola, desenvolvido em parceria com a Sec. de Estado da Educação, através da Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE, idealizadora do Projeto.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Parceria com a Secretaria de Estado da Educação
O Museu firmou convênio com a Secretaria de Estado da Educação para participar do Programa Cultura é Currículo, Outros Lugares de Aprender – A escola sai da escola, idealizado pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação – FDE.
O Projeto visa inserir os alunos em ambientes culturais.
Iniciado em 2008, na capital, a partir de maio de 2009 foi ampliado para as cidades do interior, 45 instituições foram incluídas no programa.
Estimamos receber a visita de mais de 5.000 alunos da rede estadual de ensino, em 2009.
O Projeto visa inserir os alunos em ambientes culturais.
Iniciado em 2008, na capital, a partir de maio de 2009 foi ampliado para as cidades do interior, 45 instituições foram incluídas no programa.
Estimamos receber a visita de mais de 5.000 alunos da rede estadual de ensino, em 2009.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Passa-tempo, Itambé, hoje IBITU.
O povoado do Ibitu é composto de inúmeras histórias, algumas trágicas e outras cômicas, mas todas permeadas de lendas e personagens que marcaram a história de Barretos.
Em Ibitu tem-se de tudo, praga de padre, ciclones, crimes, tragédias, entre elas a que origina a maior santa da nossa cidade, a "santinha do Ibitu".
Vários historiadores de Barretos registraram os acontecimentos do Ibitu, Osório Faleiros da Rocha em seu livro Barretos de Outrora, publicado em 1954, cita o ciclone de 1926 da seguinte maneira “Em 1926, um ciclone destrói grande parte da povoação de Itambé, antes Passatempo, hoje Ibitú e que decerto amanhã terá outro nome e depois outro...”. (Pág.10).
Há alguns meses realizamos uma exposição fotográfica no Ibitu, e sobre o Ibitu.
Foi grande a alegria.Embarcamos nessa história com grande satisfação, reviver as memórias do Ibitu é sempre uma experiência rica e gratificante, procedemos a uma prévia pesquisa em nossos arquivos e percebemos que faltava o principal, faltava à alma daquele povo, a alma das pessoas que faziam daquele local, um local único e especial, foi então que resolvemos visitá-los.
Fomos recebidos com carinho e presteza. Sua gente é alegre, acolhedora, hospitaleira e cortês. Os senhores Noel e Mizael foram gentis conosco contando causos e histórias que ouviram dos antigos, foi um deleite desfrutar da companhia de pessoas tão amáveis.
O Sr. Mizael nos levou a lugares inusitados e cheios de encantamento, sedução e magia. Foi com grande alegria que embarcamos nessa viagem a torre da igreja, onde pudemos visualizar e ouvir os sinos que anunciam missas e mortes. No Ibitu tem-se um sino para o convite à missa e outro para o comunicado de falecimento. Os sons são distintos e pudemos identificá-los com a ajuda do nosso anfitrião, guia e artista plástico que se mostrou um poeta de aguçada sensibilidade nos revelando as diferenças sonoras entre os sinos, a melancolia e a dor audível no sino que comunica falecimento e a alegre vibração do sino que convida para as missas.
A explicação da nomenclatura Passa-tempo, segundo Mizael, atribuída aos costumes dos peões que passavam naquela região conduzindo gado para uma parada de descanso e lazer, revela situações que os livros históricos não registram e são passadas de geração a geração através da antiga arte de prosear.
Visitar o Ibitu é uma experiência preciosíssima que recomendo a todos que cultuam a simplicidade e a sabedoria, visitar o Ibitu acompanhada por pessoas valorosas é banhar-se de cultura e nostalgia.
Fomos recebidos com carinho e presteza. Sua gente é alegre, acolhedora, hospitaleira e cortês. Os senhores Noel e Mizael foram gentis conosco contando causos e histórias que ouviram dos antigos, foi um deleite desfrutar da companhia de pessoas tão amáveis.
O Sr. Mizael nos levou a lugares inusitados e cheios de encantamento, sedução e magia. Foi com grande alegria que embarcamos nessa viagem a torre da igreja, onde pudemos visualizar e ouvir os sinos que anunciam missas e mortes. No Ibitu tem-se um sino para o convite à missa e outro para o comunicado de falecimento. Os sons são distintos e pudemos identificá-los com a ajuda do nosso anfitrião, guia e artista plástico que se mostrou um poeta de aguçada sensibilidade nos revelando as diferenças sonoras entre os sinos, a melancolia e a dor audível no sino que comunica falecimento e a alegre vibração do sino que convida para as missas.
A explicação da nomenclatura Passa-tempo, segundo Mizael, atribuída aos costumes dos peões que passavam naquela região conduzindo gado para uma parada de descanso e lazer, revela situações que os livros históricos não registram e são passadas de geração a geração através da antiga arte de prosear.
Visitar o Ibitu é uma experiência preciosíssima que recomendo a todos que cultuam a simplicidade e a sabedoria, visitar o Ibitu acompanhada por pessoas valorosas é banhar-se de cultura e nostalgia.
Sueli Fernandes.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
ENCONTRO PAULISTA DE MUSEUS
O Encontro Paulista de Museus, realizado no Memorial da América Latina (Parlatino) nos dias 17, 18 e 19 de junho, foi um avanço para os profissionais que atuam na área, nele foram debatidos vários temas importantes e pertinentes a nossa realidade.
Os municípios foram agrupados em pólos, Barretos pertence ao Pólo 4 – Franca, abrangendo 44 municípios.
Nosso pólo solicitou a abertura do curso de graduação em museologia para a nossa região, considerando que temos a UNESP em Franca em condições de acolher esta demanda. A equipe do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM) assegurou-nos que trabalhará neste sentido junto aos órgãos de educação para viabilizar esta conquista, em médio e longo prazo.
Integraram ainda, a nossa pauta de solicitações, o estabelecimento de políticas públicas de segurança para os museus, o oferecimento de cursos, oficinas e seminários para capacitação de nossas equipes, a elaboração de catálogos com fotos e informações sobre os nossos museus e a integração do interior em circuitos de exposições itinerantes, estas solicitações deverão ser atendidas em curto prazo, entre outras.
A próxima reunião do pólo com a equipe do SISEM será em Barretos, em data a ser definida.
Durante o encontro participamos de uma série de dinâmicas, o pólo 4 teve como mediadora a museologa, Dra. Eugênia Saturni.
Foto: abraçadas Sueli Fernandes e a museóloga Dra. Eugenia Saturni.
Projeto: Cultura é currículo
Informações
Visitas:
De 3ª. a 6ª. Feira – das 9:00 às 18:00horas
Sábados e domingos – das 9:00 às 13:00 horas
Pesquisas:
2ª. Feira – das 13:00 às 16:00 horas
6ª. Feira – das 9:00 às 12:00 horas e
das 13:00 às 17:00 horas.
Visitas monitoradas:
Informações e agendamento
Telefone: (17)3324-4255.
e-mail: museu.cultura@barretos.sp.gov.br
Informações Gerais
Museu Histórico Artístico e Folclórico “Ruy Menezes”
Entrada gratuita
Av. 17 nº. 311 – Pça. Francisco Barreto
CEP 14.780-290
Telefone: (17)3324-4255
De 3ª. a 6ª. Feira – das 9:00 às 18:00horas
Sábados e domingos – das 9:00 às 13:00 horas
Pesquisas:
2ª. Feira – das 13:00 às 16:00 horas
6ª. Feira – das 9:00 às 12:00 horas e
das 13:00 às 17:00 horas.
Visitas monitoradas:
Informações e agendamento
Telefone: (17)3324-4255.
e-mail: museu.cultura@barretos.sp.gov.br
Informações Gerais
Museu Histórico Artístico e Folclórico “Ruy Menezes”
Entrada gratuita
Av. 17 nº. 311 – Pça. Francisco Barreto
CEP 14.780-290
Telefone: (17)3324-4255
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
O PRÉDIO
Museu a céu aberto; construído no início do século XX para sediar o Paço Municipal; sua arquitetura recebeu influência neoclássica e é de extrema relevância para a arquitetura da cidade, representa um período de grandes transformações culturais e econômicas.
Na fachada principal tem-se uma escadaria, 04 colunas que remetem aos elementos gregos e 02 estátuas em formato de águia encimando o prédio (que o tornou conhecido, no passado, como “Palácio das Águias” ); nas laterais erguem-se duas torres que lembram aspectos medievais; todos os ambientes contam com grandes janelas em madeira que propiciam excelente iluminação natural. (A energia elétrica chegou a Barretos em 1911).
O prédio foi construído na administração do então prefeito, Dr. Antônio Olympio Rodrigues Vieira, tendo sido o edital de licitação da obra publicado no dia 29 de abril de 1906, no jornal “O SERTANEJO”.
A pedra fundamental foi lançada no dia 02 de setembro de 1906, e sua inauguração aconteceu em 15 de novembro de 1907. Nele já funcionaram diversos órgãos públicos e desde 1979 funciona como Museu.
Tombado por Lei Municipal nº. 2.240 de 10 de novembro de 1988.
Atacado por cupins no início da década de 90, foi restaurado em 1995, e devolvido ao público em 1996.
Sua arquitetura mantém-se quase inalterada.
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